Para além de onde o dedo aponta

Julgar é ser capaz de discernir.
Não fazê-lo é negar a si.
Julgar sem dizer é omitir.
Omitir o dizer é calar-se ao saber.
É a fraqueza do dedo.
É o abandono do ser pelo medo.
Saber julgar é saber existir.
É saber, ao menos,
 aonde não ir.
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5 Respostas to “Para além de onde o dedo aponta”

  1. Saulera Says:

    Cabeção…. tu não aprende… fica mó tempão sem escrever e me aparece com esse… No estilao que eu gosto… PQP… TA MTO BOM!

  2. palito Says:

    Complexo, acho que preciso conversar contigo uma hora sobre esse.

  3. bartoli Says:

    bom. mas reacionário e moralista.

  4. Nanda Mota Says:

    Muito bom, Cabeção! Aliás, adorei o improviso do seu comentário! Genial… Brigada!! =)Beijão!!

  5. Anonymous Says:

    “Julgar sem dizer é omitir”, mesmo porque o julgamento pode não ser aquilo que intuímos. Apontar o dedo pode ser franqueza mas fere se estivermos errado.

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